segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Guilherme de Ockham


Separa fé e razão no plano político. Critica a concepção teocrática de poder. Base para o pensamento político moderno e a exigência de um estado laico. Critica a instituição do Papa dizendo que ele deveria servir aos homens e defender os valores de cristo e não dominar os reis e os homens. Deveria pregar o amor que liberta e não o que aprisiona. A preocupação com riqueza e poder estaria transformando a igreja numa instituição mundana.
A Igreja não seria uma instituição política, seria sim o nome que se dá ao conjunto de cristãos. Seu chefe não detém poder superior àquele compartilhado pelos cidadãos. Também está sujeito às leis civis.

Nenhum comentário:

Postar um comentário